Superlotação

Voltamos a enfrentar superlotação na maior maternidade de alto risco do Estado, a Maternidade Escola Santa Mônica. Como as equipes médicas nem sempre estão completas, fica complicado dar conta da demanda. Há desfalque principalmente de anestesistas e obstetras, fato já levado à Defensoria Pública, que fez um termo de ajuste assinado pela Sesau e Uncisal, mas absurdamente descumprido. Diante da proposta de contrato temporário com valor nada atrativo, o governo não consegue preencher as vagas – temos apenas dois obstetras na escala, ao invés de quatro, e um anestesista, ao invés de dois. Além disso, também temos poucos leitos obstétricos. Essa semana o Sinmed voltou à mídia alertando a sociedade para o descaso dos gestores com as gestantes. Estamos no aguardo de uma solução.